domingo, 23 de junho de 2013

Vamos falar da política brasileira atual...

Até agora estou apenas compartilhando coisas no Facebook e mencionando minha opinião em doses homeopáticas em alguns comentários, mas ando lendo tanta merda que acho que é hora de escrever.
Em primeiro lugar, tirar a Dilma não vai resolver NADA, vai ser trocar “seis por meia dúzia”. Oque resolve é uma limpeza no congresso, no senado, em todas as bancadas políticas, pois que adianta a Dilma renunciar e Michel Temer assumir ao lado de Sarney, Calheiros, Telúbio, Dirceu, Genuíno, Marcos Valério, LULA, Serra, Feliciano e afins... Vai mudar quando o povo for para as ruas e votar diferente (embora nenhum partido venha com caras novas, pois assim ficamos sem opção) e não adianta os hipócritas agora virem falar que votamos errado se ali estão “sempre dos mesmos”. A coisa só vai pra frente qdo houver uma total reforma política no país, o afastamento desses “coronéis” que estão no governo há 47 anos (família Sarney) e por aí vai...

Se pegássemos o modelo europeu de um pouco mais de igualdade não teríamos tantas injustiças que geram revoltas e violência, pois o “pobre” acorda de madrugada para trabalhar, depende de um ônibus caindo aos pedaços, lotado, onde é impossível se mexer, mal consegue respirar, corre eminente risco de assalto e passa horas dentro dessa “lata de sardinha” numa condução que passa a hora que quer e não tem mais capacidade de atender toda população necessitada. A saúde pública... Que saúde?? O Brasil não precisa de médicos cubanos, isso temos, o Brasil precisa de LEITOS, de medicamentos para o câncer, insulina para diabetes (que só o rico tem condição de comprar), de hospitais com capacidade de atender a população que não tem condição de pagar um plano dos mais simples que seja. A fila de espera de atendimento é de quase um ano e nesse tempo, como alguém pode se curar de alguma coisa?? SUS já começa avisando que se trata de um SUSto sonhar em ter atendimento digno. A educação pública. Faltou!! E sabe porque ela faltou?? Por que inventaram essa merda de aprovação automática, onde a pessoa sai da escola sem saber nem escrever!! Esses são os futuros "universiotários" desse país; gente que acha que dinheiro compra tudo e que não precisa saber escrever, precisa saber ganhar dinheiro. As escolas são depredadas, os alunos (e pais de alunos) não tem o mínimo respeito pelo professor e os próprios professores perderam o respeito pelo ensino e por si mesmos, pois não vão dar aulas, aparecem quando querem (ou quando podem) e assim diariamente os alunos do ensino público tem UMA ou DUAS aulas por dia e quem entra nas universidades públicas, são os filhos daqueles que tiveram condição de pagar uma boa escola aos seus filhos.

A Copa do Mundo... Essa eu já começo rindo, pois essa Copa não é pros brasileiros, é pro resto do mundo ver que o Brasil é o país do futuro, que o Brasil não tem inflação, que é um país rico, que deu a volta por cima. MENTIRA!! O Brasil é um país rico sim, mas com uma riqueza mal dividida, mal administrada e vivemos numa utopia de que está tudo bem por que hoje é fácil comprar um carro, hoje é fácil ter coisas pra promover nossa imagem (um espelho do país), pois comemos mortadela e arrotamos perú. O dinheiro usado para a construção desses estádios superfaturados seria o suficiente pra construção de escolas com professores bem pagos, bons hospitais com médicos BRASILEIROS bem pagos, moradias populares com transporte de qualidade e fácil acesso... Mas não, aqui manda a ganância e tudo começa com o “jeitinho brasileiro”, pois nós se pudermos furamos fila, estacionamos em vagas reservadas, jogamos o papel de bala no chão, e antes de devolver a carteira na rua pegamos os R$ 50,00 que tem dentro dela.

Enquanto houver essas “bolsas” o país não vai pra frente, pois ninguém mais quer saber de trabalhar esperando o Bolsa Família; mulher faz filho com presidiário enquanto pagamos R$ 971,78 POR FILHO (sem contar nos R$ 1.800,00 que custa ao Estado) pra manter o meliante na prisão (quando fica na prisão); na Bahia, o governo dá mais xxxx para cada filho que nasce. Então o negócio é o seguinte: Vc não trabalha, faz filho com vagabundo que está preso, vai ter o filho na Bahia e ganha aproximadamente uns R$1.500,00 por mês (e ainda reclama que não conseguiu comprar uma calça da DIESEL) enquanto um salário mínimo é de R$ 678,00 pro cara que pega condução lotada, três horas de deslocamento ida e três de volta (de casa pro serviço). Essas bolsas é uma forma de SUBORNO sim!! Pois essa grande massa que por causa desse governo corrupto não vai melhorar de vida nunca, será sempre comprada, pois tem medo de mudar o governo e acabar a MAMATA.

Brasileiro gosta mesmo é de analfabeto, se for esperto, melhor ainda; o que se diz metalúrgico (que se aposentou novo por INVALIDES) está milionário, o filho dele também está milionário. O "pai dos pobres", esperto como ele só, percebeu que a Copa do Mundo seria um filé para quem não tem escrúpulos. O PT esqueceu os trabalhadores. Para que serve uma presidente socialista no Brasil, se o seu governo de fato, só beneficia os banqueiros, políticos  corruptos e a elite??

Acho muito bonita toda essa movimentação, mas quero ver alguma coisa mudar DE VERDADE; acordem, pois a ditadura velada, já está instaurada nesse país!!


quinta-feira, 6 de junho de 2013

15 anos de Sex And The City, a nossa série debutante

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“Once upon a time, a british journalist who came to New York…”. Essa foi a primeira frase dita pela atriz Sarah Jessica Parker como Carrie Bradshaw, personagem que marcou sua carreira eternamente. Não, não era a Carrie que chegava em Nova Iorque. Carrie estava contando outra história, de outra jornalista, mas que facilmente poderia ser a sua história. E essa é a beleza de Sex and the City. Uma comédia simples sobre quatro mulheres independentes entre 30 e 40 anos, e que facilmente pode ser adequada a situações que você, cara leitora, já viveu.
Criada por Darren Star, a série acompanhou por seis anos os dramas do universo feminino protagonizados por Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parket), Miranda Hobbes (Cynthia Nixon), Charlotte York (Kristin Davis) e Samantha Jones (Kim Cattrall) na cidade de Nova Iorque. Finalizada em 2004, até hoje (nove anos depois) Sex and the City  é tendência entre as mulheres, não só pelo estilo que sempre apresentou (afinal os figurinos eram fabulosos) mas também por abordar de maneira tão simples e direta os dilemas do dia a dia. O mais interessante é que os assuntos adaptados para a telinha lá em 1998 ainda estão em evidência, ou seja, se você decidir hoje se jogar em uma maratona intensa, com certeza não irá sentir que está assistindo uma série datada.

Sex and the City afetou absurdamente o comportamento da sociedade durante os anos em que foi ao ar. Em determinado episódio da primeira temporada, Miranda apresenta para as três amigas seu “amiguinho” quando estava solitária: um vibrador. O modelo utilizado na série ficou conhecido no mundo todo, inclusive a venda de vibradores aumentou consideravelmente na época. Além de Sex and the City falar abertamente sobre sexo, quebrando assim muitos tabus e gerando discussões entre os mais conservadores, a produção também serviu para apresentar uma Nova Iorque esplendorosa, que virou sonho de consumo para muitos. Não é por menos que foi lançado um livro chamado “A Nova York de Sex and the City”, que destaca todos os bares, boates, cafés, restaurantes e afins que já foram citados ou apareceram na série. Afinal muitos locais ficaram extremamente disputados após virarem referência na comédia.

O sucesso da série foi tanto que, quatro anos depois do seu cancelamento, Sex and the City  migrou para as telonas. Em 2008 foi lançado o filme, que teve como tema central o casamento tão esperado entre o casal Carrie e Mr. Big. Em 2011 resolveram dar sequência e levar aos cinemas novamente outro filme narrando as situações de Carrie, Miranda, Charlotte e Samantha. E os filmes podem ter parado por aí, porém as adaptações das histórias de Bradshaw ainda não chegaram ao fim, pois no ano passado iniciou a série The Carrie Diaries (baseado nos livros Os Diários de Carrie - da mesma autora, Candace Bushnell) no canal norte-americano The CW. O novo drama da rede acompanha a adolescência de Carrie Bradshaw e já garantiu segunda temporada, com previsão de estreia para o fall season deste ano. A produção ainda promete trazer outra personagem já conhecida pelos fãs de Sex and the City: Samantha Jones.
Sem dúvidas as quatro amigas da comédia marcaram o mundo todo. 15 anos depois de sua estreia, ainda guardamos com carinho as histórias, risadas e até lágrimas que surgiram a partir de cada episódio ao longo de seis temporadas e dois filmes. Que se passem mais 15 e ainda possamos recordar e reviver cada momento.

Então, hoje quero levantar um brinde de Cosmopolitan as nossas quatro fabulosas novaiorquinas que nos acompanham há 15 anos!!

domingo, 28 de abril de 2013

Quando é amor... apenas é!!


Você sabe que é amor quando ele te transborda. Não é se sentir completa, é se sentir plena, transbordando, não cabendo num corpo só. Mas toda essa loucura acontece num silêncio e numa calmaria que são assustadores. É amor quando o cheiro dele fica em você e aí você se pega sorrindo, desejando aquilo todos os dias, pela vida inteira, mas sem pressa, sem urgência, no tempo certo, sem desvarios.
Acontece apenas uma vez na vida e, até os mais frios e racionais se rendem e admitem: vivi até aqui só pra descobrir você, conhecer você e pronto, tudo que vier depois é consequência, não é tão importante como ter ao lado o grande e esperado amor, que desconstruiu mitos, que jogou fora o seu medo, que te fez enxergar mais longe, projetar com mais cuidado, ouvir com mais carinho, falar com mais cautela.
É ele dizer que você é a melhor de todas, a mais bonita, a que se veste melhor, a que melhor sabe se maquiar, o cabelo mais cheiroso, o corpo mais bonito, o sorriso mais lindo e que tudo serviu pra ele te amar mais e se apaixonar ainda mais.Não há nada melhor que sentir que o seu sorriso preenche o olhar dele, que a sua voz é melhor que o som do carro tocando a música de vocês, que o seu cheiro é mais interessante que qualquer outro.

A gente sabe que é amor quando... se perde a noção e gosta de uma música muuuuuuuito brega sem a menor vergonha de assumir isso porque se lembra de alguém ao ouvi-la.

Segundo Arnaldo Jabor, "estamos com fome de amor"... (justamente desse amor que escrevi acima) E o  que temos visto por ai??
Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes. Com suas danças e poses em closes ginecológicos, cada vez mais siliconadas, corpos esculpidos por cirurgias plasticas, como se fossem ao supermercado e pedissem o corte como se quer... mas?? Chegam sozinhas e saem sozinhas...
Empresários, advogados, engenheiros, analistas, e outros mais que estudaram, estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos...
Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos "personal dancer", incrível.
E não é só sexo não! Se fosse, era resolvido fácil, alguém dúvida? Sexo se encontra nos classificados, nas esquinas, em qualquer lugar, mas apenas sexo!
Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho, sem necessariamente, ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico na cama ... sexo de academia...
Fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão "apenas" dormir abraçadinhos, sem se preocuparem com as posições cabalísticas... Sabe essas coisas simples, que perdemos nessa marcha de uma evolução cega.
Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção... Tornamo-nos máquinas, e agora estamos desesperados por não saber como voltar a "sentir", só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós.... Que se chama... Amor! Amor com compromisso, com responsabilidade de cuidar um do outro, de se envolver por inteiro, de experimentar os fracassos e vitórias juntos.....
De saber que o outro vai envelhecer, que vai criar rugas, que terá suas manias, mas que seremos companheiros para sempre.....
Arnaldo Jabor

sábado, 20 de abril de 2013

Audrey Couture Muse Collection - 80 Anos - 8 DVDs



Não é segredo o quanto eu gosto da Audrey Hepburn; citar os motivos seria desnecessário tratando-se de uma atriz de grande talento, uma pessoa extremamente humana, uma mulher clássica e muito bem vestida por grandes estilistas da época como seu amigo Givenchy. Com a proximidade do Dia das Mães, vi no Box Audrey Couture Muse Collection - 80 Anos - 8 DVDs um ótimo presente para mães clássicas, românticas e que gostam daquela moda bonita (viu, filha??). A maioria dos filmes são comédias românticas sutis, algumas ambientadas em Paris e com figurinos maravilhosos.
Audrey Hepburn traduzia o ideal de elegância e glamour que Givenchy queria para suas roupas. Era a mulher perfeita para vestir suas criações, sempre impecavelmente bem proporcionadas. Os figurinos de Bonequinha de Luxo e Cinderela em Paris foram assinados por ele; sendo que o guarda-roupa criado para o filme Bonequinha de Luxo se tornou exemplo de sofisticação clássica, com seus vestidos pretos e formas limpas. Outro ponto forte que liga ela a moda é o fato de o modelo Speedy 25 da Louis Vuitton ter sido um pedido feito por ela. Cliente fiel da Louis Vuitton, Audrey, pediu que Henri-Louis Vuitton criasse uma versão menor da Speedy: a conhecida a Speedy 25, tamanho de maior sucesso deste modelo em todos os tempos.

Dado um breve resumo de como Audrey além de uma maravilhosa atriz era ligada a moda, vamos agora ao resumo dos filmes contidos nesse box.:
Guerra e Paz (War and Peace - 1956)
Audrey Hepburn, Henry Fonda e Mel Ferrer estrelam uma luxuosa produção de Dino De Laurentiis, sobre a obra-prima literária de Leon Tolstoy, Guerra e Paz. O épico filme é um espetáculo visual que narra os destinos interligados de três aristocráticas famílias, durante a invasão napoleônica da Rússia, na Guerra de 1812. Mesclando eventos históricos e drama romântico, este maravilhoso filme recebeu indicações ao Oscar de Melhor Diretor (King Vidor), Melhor Fotografia (Jack Cardiff) e Melhor Figurino (Maria de Matteis) em 1956.

A Princesa e o Plebeu (Roman Holiday - 1953)
A Princesa e o Plebeu foi indicado para dez Oscar e Audrey Hepburn levou um deles, vivendo uma princesa moderna, que se rebela contra seus deveres reais, para se aventurar em Roma por conta própria. Ela conhece Gregory Peck, um jornalista americano em busca de uma reportagem exclusiva, que finge não saber a sua verdadeira identidade. Mas sua intenção se desfaz quando eles se apaixonam. Eddie Albert contribui para a diversão, interpretando o fotógrafo de Peck. Dirigida com muito estilo por William Wyler, esta é uma das mais adoráveis comédias românticas de todos os tempos.

Sabrina (Sabrina - 1954)
Sabrina é charmosa, engraçada e brilha como todas as estrelas de Holywood. Bogie e Holden são os multimilionários irmãos Larrabee, de Long Island. Bogie só pensa em trabalho e Holden só pensa em se divertir. Mas quando Sabrina, filha do Chofer, volta de Paris, adulta e glamurosa, o palco está montado para atritos em família, com os irmãos enfeitiçados pela encantadora Hepburn.

Cinderela em Paris (Funny Face - 1957)
Neste clássico indicado ao Oscar, Audrey Hepburn e Fred Astaire juntam seus talentos, cantando e dançando neste musical eterno. Quando a importante editora de uma revista de moda (Kay Thompson) e seu principal fotógrafo Dick Avery (Fred Astaire) escolhem uma livraria para sua próxima sessão de fotos, Dick descobre o rosto encantador da balconista e filósofa amadora Jo Stockton (Audrey Hepburn). Em Paris, Jo logo se transforma em top model global…e acaba se apaixonando pelo fotógrafo que foi o primeiro a notar sua face luminosa e divertida. Filmado em locações em Paris, este romântico musical apresenta memoráveis canções de George e Ira Gershwin, incluindo "Let's Kiss and Make Up," "How Long Has This Been Going On?" e "He Loves and She Loves". *1957, indicações para Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia, Melhor Figurino e Melhor Argumento (História e Roteiro).

Bonequinha de Luxo (Breakfast at Tiffany´s - 1961)
Holly é uma garota de programa nova-iorquina deliciosamente excêntrica, que está decidida a se casar com um milionário brasileiro. George Peppard interpreta seu vizinho, um escritor patrocinado pela ricaça Patrícia Neal. Adivinhar quem é o homem perfeito para Holly é fácil. Ver esse romance florecer é um grande prazer desta jóia rara.

Quando Paris Alucina (Paris When It Sizzles) - 1964
O roteirista Richard Benson (William Holden) tem três dias para finalizar seu filme. Mas para cumprir o prazo, ele precisa da ajuda e da imaginação de sua encantadora secretária Gabrielle Simpson (Audrey Hepburn). Juntos, eles escrevem e revisam um romance de mistério, imaginado-se nos papéis principais. O suspense aumenta à medida que cada página faz com que a dupla e seus alter-egos se aproximem cada vez mais. Será que o amor vai imitar a arte, antes que chegue a cena final? Participações especiais das lendas de Hollywood, Marlene Dietrich, Mel Ferrer e Tony Curtis, dão ainda mais charme a esta deliciosa comédia romântica.

My Fair Lady - 1964
Nesta adorável adaptação do sucesso da Broadway, Hepburn interpreta uma espevitada vendedora de flores nas ruas de Londres, a qual um arrogante professor (Rex Harrison) tenta transformar em uma dama sofisticada, depois de um rigoroso treinamento. Mas, quando a humilde florista conquista a elite londrina, seu professor vai aprender mais do que uma lição. A atuação de Hepburn, com seu estilo doce e espirituoso fez de My Fair Lady um clássico de todos os tempos.

Informações especiais: Além dos 7 discos contêm um disco bônus com novos extras, incluindo entrevistas e documentários.
PS: É possível encontrar na Saraiva por um preço bem acessível...
Dica de beleza da eterna "Bonequinha de Hollywood":
"Para ter lábios atraentes, diga palavras doces.  Para ter olhos belos, procure ver o lado bom das pessoas. Para ter o corpo esguio, divida sua comida com os famintos. Para ter cabelos bonitos, deixe uma criança passar seus dedos por eles pelo menos uma vez ao dia.  Para ter boa postura caminhe com a certeza de que nunca andará sozinha." - Audrey Hepburn





sábado, 13 de abril de 2013

O scarpin branco está de volta!!

Sabe quando você está naquela fase introspectiva, mas voltada pra si mesmo?? Pois é... Ando lendo muito (reencontrei num sebo virtual um livro que fez parte da minha adolescência!!), escrevendo uma história em conjunto, assistindo alguns filmes clássicos, revendo Paris, saindo pouco, meio aversa aos churrascos e cervejada (um vinho beeem as vezes), fazendo dieta e agora fazendo um curso on line de francês; ando meio maluca, porém meu senso de humor (ainda bem) não foi afetado.

Eu tinha prometido pra mim mesma que esse seria um post sobre a volta do scarpin branco, então não vou perder o foco, pois durante a semana outras mil ideias de post vieram a minha cabeça. Na semana que vem eu posto sobre oque eu pensei hoje. Sem (mais) enrolação, vamos relembrar... Sim, os anos 80...
Resgatado dos anos 80, o scarpin branco aparece em novas releituras, quebrando o tabu, que manteve durante anos, de que foi feito apenas para as noivas. Apontado como acessório-desejo da estação por Donata Meirelles, diretora de estilo da Vogue Brasil, e destaque na ELLE.
Eu particularmente, acho muito estiloso. E para entrar nessa moda e arrasar, combine o scarpin branco com com calças skinny, short, vestido e saias.
Para mim essa redescoberta começou com o episódio final do Sex and the City. Quem se lembra da Carrie toda arrumada andando pelas ruas de Paris numa tarde chuvosa em Paris no ano de 2002 e Carrie usava um vestido Balenciaga vermelho de bolinnhas pretas, um trench coat preto um scarpin branco e ainda assim estava linda.
Os novos modelos que aparecem agora cheios de detalhes como tiras, cadarços, transparências, metalizados desfilaram nas passarelas de verão 2013 da SPFW e Fashion Rio e fizeram sucesso.
As marcas Tufi Duek e Animale arrasaram nos modelos criados. O modelo com cadarços da Tufi Duek está lindo e super moderno; já a Animale criou um modelo branco combinado com o couro caramelo que está de babar. Este modelo foi eleito pela diretora da Vogue como acessório desejo da temporada de verão 2013, e para quem amou, o modelo chega nas lojas da Animale agora em Outubro. Para variar o meu gosto chato mostrou a língua para os dois; eu ainda prefiro o scarpin clássico todo branco ou no máximo bicolor...

sábado, 6 de abril de 2013

A Lua, nossa musa inspiradora

Quantas vezes ela embalou romances, filmes, sonhos e sorrisos?? Sim, a lua descrita e cantada por poetas é também musa inspiradora dos românticos. São infinitas as poesias dedicadas, as canções dedicadas a ela e amores dedicados a ela.
Na inspiração dessa musa, lembro de algumas músicas belíssimas (que eu gosto) que ela inspirou...

Moon River - Henry Mancini & Andy Williams (Tema do filme Breakfast at Tiffany's)
Para o mundo que eu quero descer!! Eu sou alucinada por essa música tanto na voz do Andy Williams, como na voz da Audrey Hepburn tocando seu violão no filme Bonequinha de Luxo. Depois de alguns anos, a minha paixão aumentou ainda mais ao ver Carrie e Big dançando ela no seriado Sex And The City.

Blue Moon - Frank Sinatra
Sinatra dispensa apresentações, essa era uma das músicas que meu pai sempre ouvia, depois eu ouvi outras versões até em filmes, mas nada se compara a esta versão.

Moonlight Serenade - Glenn Miller
Meu pai (de novo) era apaixonado por essa música e sempre lembro dele ouvindo no vinil. Tem uma melodia linda e a vejo como trilha pra um romance ao luar.

Hoje À Noite Não Tem Luar - Legião Urbana 
Essa música é uma das mais fofas que fala da lua. Tá certo, eu posso ser suspeita por ser fã de Legião, mas ela tb trás um amigo mto querido pra perto de mim qdo eu a ouço.

Tendo a Lua - Os Paralamas do Sucesso
Amo o arranjo dessa música e a letra também!! Pra mim uma das melhores músicas do Paralamas e com certeza uma das minhas preferidas com o tema lua.

O Lado Escuro da Lua - Capital Inicial
Por que a lua tem seu lado escuro que inspira filmes de terror, lendas folclóricas, mexe com as marés e até com o humor as vezes (daí o termo que tal pessoa é "de lua").

Lua e Flor - Oswaldo Montenegro
Preciso falar?? Uma obra prima, uma delicada declaração de amor na voz de um grande poeta. Praticamente impossível não se emocionar ouvindo ela.

Lua Cheia - Chico Buarque
A letra é de Toquinho que Chico Buarque se apaixonou e fez algumas mudanças. Que dupla!! "Quem dera abrir meu peito, cantar feliz. Preparei para você uma lua cheia"...

Lua - Fábio Jr.
Meu lado brega lembrou dela (dancei nos bailinhos, rs)... Vai, é bonitinha e tocou mto quando eu tinha meus 14 anos por fazer parte da trilha sonora da novela Vamp.

domingo, 31 de março de 2013

Ah, Paris...


De tempos em tempos minhas lembranças e inspirações se voltam para a cidade da luz. É o tempo em que eu fico mais romântica e introspectiva e retomo meus sonhos com uma das cidades dos meus sonhos.
Quantas vezes não me imaginei olhando para a Torre Eiffel, ouvindo La Vie in Rose tomando um bom vinho com um pedaço de queijo ao meu lado?? Paris me inspira os sonhos de amor mais secretos e românticos, me vejo dançando ao ar livre na noite parisiense, sendo rodopiada pelo meu amado com o brilho da Torre ao fundo. Ah, l'amour...
Paris nunca desilude. Cidade desenhada nas margens do Sena, foi palco de grandes revoluções que marcaram a História do Mundo. Ao mesmo tempo guarda segredos de arte, religião, cultura, gastronomia e moda.
Chanel, Dior, Louis Vuitton, Lanvin, Prada e Hermès... Nomes tão conhecidos por mim (e pelas leitoras do blog) estão todos juntos ali, no Triângulo de Ouro (formado pelas avenidas George V, Montaigne e Champs Elysées). As vezes falo como se eu conhecesse e ainda arrisco alguma coisa no meu péssimo francês (herança das aulas no colégio Madre Cabrini) e creio que que de algum modo eu conheço.
Lugar onde se come bem com requinte, qualidade e apresentação (coisa que adoro fazer - as mesas bem servidas com louças e talheres impecáveis - muito ao estilo francês). Talvez a única exceção a isso sejam os maravilhosos crepes quentes com chocolate, vendidos democraticamente em qualquer esquina, ou a famosa baguette, que segue viagem na mão de um parisiense a caminho de casa. Depois, vêm os coloridos macarrons, os croissants, os vinhos, como os de Champagne, o Bourgogne ou o Bordeaux e queijos roquefort ou camembert. Os queijos, juntamente com o vinho, fazem parte integrante da cultura francesa. - Como amo vinhos e queijos, me sinto uma parisiense. Outra coisa muito comum na culinária francesa é o camarão e o champignon. Aliás, queijo, camarão e champignon são meus pratos favoritos.
Durante o dia iria visitar a Catedral de Notre Dame - A igreja catedral de Paris que inspirou filmes e romances. Símbolo da arquitetura gótica francesa, é conhecida pelas suas rosáceas e vitrais, bem como pelas estátuas das terríveis gárgulas que “guardam” a cidade do topo do monumento. Depois, tomaria um café na Ópera - Também chamado de Palácio Garnier, é um edifício neobarroco belíssimo, que tem um café na sua varanda. É um excelente ponto de partida para algumas das melhores ruas de compras de Paris e já que estaria próximo, depois disso me deliciaria nas Maisons já citadas acima. Após uma manhã de compras descansaria no Jardim do Luxemburgo (Jardim do Palácio do Luxemburgo - hoje sede do Senado francês), lendo um livro, fumando um cigarro e comendo um croissant desfrutando do sol. Mais tarde, faria uma visita ao Louvre, o maior museu do mundo, onde guarda segredos e as obras de arte de mais valor conhecidas mundo a fora. Depois de comer por maravilhosos bistrôs, iria então subir na Torre Eiffel e ver a luz da cidade da luz a noite; imagina a sensação de ver Paris a noite do alto da Torre depois de durante o dia contemplar seus jardins sob a luz do sol!! Nesse momento aquele crepe de chocolate seria perfeito, pois minha próxima parada seria o Sacre Coeur, para muitos, o local mais bonito da cidade. Pela basílica de estilo romano-bizantino, pela escadaria, pela vista, pelo bairro de Montmartre que a rodeia... A subida ao Sacre Coeur é obrigatória. Pelo caminho, daria uma voltinha no clássico Carroussel Belle Époque, que está no início da escadaria. Encerraria meu dia em Paris num maravilhoso jantar "a francesa" com garçons de luvas brancas servindo-me de Champagne, comendo um soufflé Maison (que leva queijo, camarão e champignon) e finalizando na sobremesa mil folhas sempre ao olhar sorridente e aos beijos apaixonados do meu amado.
Embora eu saiba que é humanamente IMPOSSÍVEL fazer tudo isso num dia só, foi uma forma livre de descrever meus deslumbres com Paris. Agora pego minha bolsa Louis Vuitton e vou tomar um vinho em algum lugar do shopping próximo de casa e Paris continua iluminada do mesmo jeito residindo nos meus sonhos...
Eu gosto de assistir para me sentir em Paris: Cinderela em Paris (com Audrey Hepburn), Meia Noite em Paris (com Owen Wilson) e os dois últimos episódios de Sex And The City (que Carrie vai para Paris com Petrovsky e Big vai buscá-la).
E pra quem assim como eu quer estar lá agora, segue o link para o Tour Virtual 360º de vários lugares da cidade.